sábado, 23 de janeiro de 2010

31/12/2009 Gira Por Uruguai

Nosso objetivo de hoje era de chegar a Montevideo, onde passaríamos nosso ano novo.
Saímos da casona de Juan, passamos na super lanchonete com WiFi, tomamos nosso "desajuno"e começamos realmente a pedalar. Trecho todo de asfalto, Rota 1.

Passamos por uma ponte muito bonita de nome Santiago Vazquez, o que indica que chegamos a Montevideo.


Paramos por pouco tempo para algumas fotos.
Assim que atrevessamos a ponte, saimos da Rota 1, com o intuito de visitar o parque Roosevelt, no bairro Prado, e também de fugir da Rota, um tanto sem graça.

Para chegar ao tal parque tivemos que encarar umas boas subidas. Passamos por povoados muito pobres, estradas ruins, sem acostamento. Foi bom para conhecer as condições da localidade.

O parque é lindo, demos uma volta por ele, mas o que realmente queriamos era encontrar um lugar para comer. Pedimos algumas indicações e fomos parar numa lanchonete, que nos ofereceu uma promoção de pizza, compre uma mussarela e ganhe outra.


Saímos dali um tanto mais animados.
No caminho para a cidade de montevideo passamos por lugares lindos.
Ruas totalmente arborizadas, foi uma delicia.


Aproveitamos para conhecer alguns dos pontos turísticos e fotografá-los, claro.


Chegando em Montevideo, começaram as surpresas. As ruas estavam cheias de papel picado, no começo achei que eram bilhetes de loteria, depois fui saber que eram agendas, agendas picadas. Uma das tradições de fim de ano.
Ao chegar mais próximo do Hostel onde nos hospedaríamos, conheçemos outra tradição, banho de sidra. No caso algumas pessoas sem dinheiro para tanta sidra davam banho de água mesmo.
Levamos alguns respingos.

A terceira e maior surpresa de todas foi que nosso Hostel se localiza na rua onde as pessoas passam o dia festando. Tava rolando a maior "rave" na rua.


Ficamos sem saber o que fazer, era muita gente.
Eu e o Alê tentamos nos aventurar, eu, ele e as bikes ... olhando as fotos dá pra ver que a missão foi impossível. Andamos alguns metros e .. só lembro de alguém gritando assim: Ciclistas BANHOOOO. Eu que estava na frente (metida), tomei o maior banho, de sidra, cerveja ... ou seja, tudo que tinham nas mãos.
Saímos dali rapidinho, de rá mesmo (hahahah).

Tentamos bolar algumas estratégias.
Eu, a mais molhada, agora a pé, resolvi descobrir onde exatamente era o Hostel. Ao achá-lo tentei interfonar sem sucesso, claro desligaram a campanhia pra não ter que descer sempre que algum folião alcoolizado resolvesse interfonar.

Por fim ligamos para o Hostel e pedimos para que eles nos ajudassem.
Passamos com as bikes por um canto, um por vez, até conseguimos subir todos.

Os caras do Hostel foram muito legais, para compensar nosso tra
nstorno nos ofereceram 2 Patricias, a cerveja local.
;)

Nos instalamos, tomamos um banho e saímos para as comprar de Ano Novo.
Pães, Champagnhe, Queijo, Frutas ...

Preparamos nossa ceia e, para nossa surpresa, recebemos a visita de um casal de amigos do Pereira, que havíamos encontrado em Colonia Del Sacramento.
Comemos, tomamos algumas cervejas e, com a proximidade da hora da virada, resolvemos ir para beira do mar.

As ruas estavam vazias, a beira mar também.
Mas estávamos em boa companhia e o céu estava lindíssimo.


Na hora da virada nos cumprimentamos, desejando muitos anos de pedal, é claro, assistimos a queima de fogos e voltamos para nossa casinha do dia.


sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Gira por Uruguai 30/12/2009

Acordamos, arrumamos nossas coisas e fomos surpreendidos com um delicioso café da manha, com doces feitos pelo Centro, queijo colonial, leite da vaquinha, pao quentinho e café de coador.


Comemos o suficiente para aguentar o pedal do dia. Em direçao a Libertad.
O clima estava gostoso, fesquinho, muitas arvores pela estrada, o pedal rendeu.


Perto do meio-dia paramos para procurar pelo algo para gelado.
Paramos num povoado pequeno, Pueblo de La Boyada. Que achado.
Fomos recebidos pela Monique, uma garota de seus 17 anos, estremamente simpática.
Tomei um sorvete, comi 3 fatias de melancia e no fim ainda ganhamos ameixas colhidas por nós mesmos no próprio terreno da casa da Monique.
Monique falou que pretende ir a Flotipa quando completar 18 anos, já combinei com ela de recebe-la


Pouco antes de chegarmos ao nosso destino nos deparamos com uma placa na beira da estrada com os dizeres La Casona de Juan, algo como um hotel. Um olhou pra cara do outro e rapidamente decidimos consultar o nível do local e os preços.


Pra nossa sorte foi mais um achado, 220,00 pesos (R$ 22,00) por quartos triplos com banheiro privativo.


Deixamos nossas coisas na Casona e fomos procurar algo para comer, por indicaçao fomos a um restaurante de beira de estrada a 2km da Casona. Uma beleza. Melhor salada até agora.
O buteco tinha até Wi-Fi.
Comemos o suficiente e no caminho ainda levamos de lanchinho queijo e morangos de beira de estrada.


Tomei um banho, dei uma volta pela Casona e estava sentada quando avistei o AlE, falando que estava dando uma olhada na minha bike. Deu uma limpada legal na corrente que estava uma craca, até tentei ajudar um pouco mas o serviço já estava quase pronto.

A Sandra em troca do concerto da bike de uma das crianças da casa conseguiu uma carona até uma mercearia para comprar um vinho.
Prato da noite: vinho uruguay, queijo, morango e batatas fritas (papas fritas para os locais).

Gira por Uruguai 29/12/2009

Pela manha desmontamos o acampanhmento, comemos e aguardamos a chegada da Sandra e da Fabi, combinamos o encontro para 9:30hs. Tudo certo.


Assim que elas cehgaram papeamos um pouco e saimos, com objetivo de chegar em La Paz e Blancarena.


Pegamos uma estrada secundária, muito bonita.


Como nem tudo é perfeito, tivemos que pegar a Rota 1, uma rodovia. Pelo menos o acostamento estava em bom estado. Mas ... tava um calor dos infernos.


Por volta do meio dia entramos em um parque, que nao tinha nada demais, mas acho que vale a pena postar a fotinho abaixo.


Devido ao calor insuportável decidimos parar para almoçar. Como até para achar um posto de gasolina estava disficil, paramos no primeiro lugar que encontramos, um restaurante de beira de estrada.
Mas, a cada dia que passa percebo que nossos anjos da guarda estao nos acompanhando. O restaurante era bem amigável, ar condicionado geladinho, garçon super simpático e a comida ótima.

Depois do almoço, aproveitamos a chuva que está prestes a cair para fazermos uma ciesta.


Como a chuva nao parou, por volta de 16:30 continuamos nosso pedal em direçao a La Paz, com medo de tudo estar fechado e, as meninas, que nao trouxeram barraca, nao encontrarem lugar para ficar.
Em La Paz nao havia absolutamente nadaaaaa. Nos recomendaram tentar algo em Colônia Valdense, a cerca de 6km dali.
Chegamos em Colônia Valdense sem muita esperança, pois se tratava de outra cidadezinha pequane. Mas ... como os ventos estao soprando ao nosso favor, conseguimos nos hospedar num Centro Teológico e Ecológico, Casa Emanuel, lindíssimo por sinal.
Fomos muito bem recebidos e nos sentimos super a vontade.


Depois de instalados, saímos para conhecer a cidade e para encontrar algo para comer.
Tomei o melhor café e sanduiche da cidade.
De lambuja passamos num restaurante e levamos um vinho Uruguaio para tomarmos a noite, o primeiro da viagem.

Gira por Uruguai 28/12/2009

Acordei novamente, por volta das 3:30hs, com barulhos estranhos no quarto, nem preciso dizer o que era, certo?! Levantei e voltei a dormir ...

Saímos do Hostel por volta das 9hs.


Pedalamos até o BuckBus, no Porto Madero. Fomos entramos com bike e tudo.


Conseguimos passagens para o barco das 13:15hs.
Fizemos check-in, passamos pela imigracao e embarcamos nossas bikes.


Dentro do Buckbus fiz um lanchinho e derepente acordei chingando ... pow esse barco nao vai sair daqui? ... foi quando percebi que estavamos chegando no Uruguay, Colonia Del Sacramento.
Em solo Uruguaio pegamos nossas bikes e saímos animados.
Primeira parada Informaçoes Turísticas. Eu e o Pereirinha ficamos só no visu da estrada, apavorados com os motoqueiros que nao usam capacete.


Depois de lá as meninas acharam um hotel, como estava meio caro optamos por ficar no camping, a 20km dali. Neste caso, antes de ir pro camping, fomos conhecer a cidade.

Logo no inicio da trip encontramos um pé de pessegos, caregado, que belo presente ein?!
Imagine a festa.

Depois de percorrer toda a cidade sentamos na beira do mar para ver o pôr do sol, compramos uns produtos locais (queijo e cerveja) e ficamos aguardando.
O sol se pos por volta das 22hs, mas certamente valeu a pena.



Hora de seguir viagem, 20 e tantos kms por estradas desconhecidas em busca do camping, em Sant Ana. Já no inicio do trecho meu pneu traseiro furou, como estavamos carregados, e cansados, nao foi tao simples assim pra consertar.


Chegamos no camping por volta das 11:30m, eu estava acabada ... mas muito feliz pelo sucesso deste primeiro dia no Uruguay.


Montamos nossas barracas, tomamos banho, comemos e apagamos.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Gira por Uruguai 27/12/2009

Hoje, por volta das 5hs da manha, acordei com o barulho de uma britadeira.

Na verdade era nosso amigo Pereira roncanco sincronizadamente.

Rolei para um lado, rolei para o outro lado, fui ao banheiro, rolei mais um pouco ... e enquanto eu ainda espondia pelos meus atos, resolvi sair do quarto.

Desci, dei uma volta pelo Hostel, percebi que muitas pessoas nem haviam voltado da balada, acessei a internet ...

Por volta das 7hs todos acordaram.

Tomamos um cafe e nos preparamos para o passeio programado: Delta do Tigre.
Pegamos o metro, que fica na frente do Hostel e depois um trem para chegarmos ate p local desejado. As passagens em Buenos Aires sao baratissimas, 1,10 pesos para o metro e 2,79 pesos para ir e voltar de trem.

Chegando ao Tigre compramos bilhetes para um passeio de barco pelas ilhas, 30 pesos. O passeio foi maravilhoso, durou cerca de 1.30hs.

De volta a terra almoçamos e continuamos nossa caminhada ate o Museu, com direito a ¨Helado¨ pago pela amiga Sandra.



Saindo do Museú caminhamos ate a estaçao de trem e voltamos para o Hostel.

Passamos no mercado compramos batatas (tipo Rufles) e no hotel tomamos umas cervejas para descontrair.

Logo encontrei o Ricardo, com quem já havia falado pela internet. Sabia que ele estava morando temporariamente no Hostel, mas nao havia aparecido desde que chegamos. O Ricardo é cicloturista e já fez todo o trajeto que faremos no Uruguai. Chamamos todos e trocamos figurinhas sobre a viagem.

sábado, 26 de dezembro de 2009

GiraPorUruguai (25-26/12/2009)

Nossa viagem iniciou no Natal.
Passei todo o dia arrumando minhas coisas.
Pe la manha o amigo Pereira passou em minha casa e levou minha bike.
Por volta das 19hs meu amigo Henrique me levou para a casa do Pereira.
Lá, além do Pereira, já se encontravam os amigos Marcelo e Alessandro.
Logo que cheguei chegaram também Sandra e Fabi. Pude finalmente conhecê-las.
Com grupo todo reunido aproveitamos o tempo livre até a hora do voo, 4:55hs, e fomos dar uma volta na praia, que deliciaaaa.

Voltando, por volta das 23hs, jantamos e eu, cansadíssima, logo pedi para descansar um pouco, sabia que o dia seguinte seria puxado.
Mal peguei no sono e já estavam me acordando ... eram 2:15 da manha e o Pereira já tinha levado tudo para o aeroporto. O bichinho é realmente agitado.
Chegamos ao aeroporto, despachamos nossa bagagem, tomamos um cafesito e esperamos o voo.
O voo foi bemmmm turbulento ...

Chegamos em Buenos Aires por volta das 7hs e, para nossa suerpresa, muitaaaaa chuva.
A segunda surpresa foi na fila da imigração, avistamos nossas bikes totalmente bagunçadas na esteira, rodas soltas, nada mais de papelao ... foi realmente triste. Isso porque pagamos R$100,0 por bike por se tratar de um material frágil.

No aeroporto conseguimos pegar um ônibus e levar nossas bikes com um extra de $ 15 por bike. Chegando a rodoviária não tinhamos mais como escapar, teriamos que enfrentar a chuva torrencial que caia na cidade.
Montamos as bikes, preparamos as bagagens para chuva e ... vamos que vamos.
Apenas as amigas Sandra e Fabi optaram por pegar um taxi.
Chegando no Hostel (Pangea Hostel), por volta das 10hs, e fomos muito bem recepcionados. Mesmo estando encharcados nos abriram as portas e nos ajudaram com as bagagens. Tudo num clima muito bom.

Durante o período de preparacao para a viagem, havia encontrado um ciclista, no WarmShower, disposto a nos ajudar com um tour pela cidade de Buenos Aires. Combinamos de nos encontrar 12:30 no Obelisco.
Como logo que chegamos ao Hostel parou de chover, arrumamos nossas coisas e fomos ao encontro de Cristian, garoto muito simpático e prestativo.

Depois das devidas apresentaçoes, a proposta foi encontrar um local para almoçarmos.
Depois de algumas voltas paramos num Café-Restaurante com mesinhas na calçada.
Cada um fez seu pedido, almocamos, papeamois e, por fim, tomamos um cafesinho pq o cansaço de todos estava estampado nas caras ..
Cristian nos mostrou o roteiro que havia pensado para nosso tour. Adorei ...

Seguimos viagem passando pelo Porto Madero. Com algumas paradas pelos monumentos turísticos, como a ponte da Mulher.
A próxima parada oficial era em La Boca, mas pelo trajeto paramos para conhecer algumas praças.

Em La Boca, depois daquele passeio básico pelo Estádio do Boca Juniors e pela famoso ¨Caminito¨ paramos para uma merecida Quilmes, afinal temos que apreciar os produtos locais.
Nesta parada juntou-se a nós um amigo de Cristian, Juan. Veio com sua bike de dois andares e se mostrou muito simpático.
De La Boca, fomos em diraçao a Plaza de Mayo, posteriormente passando por Retiro e Recoleta, nestes últimos tentaram nos impedir de transitar pelas praças com nossas bikes, mas, os agora já amigos, Cristian e Juan, nao se mostraram intimidados.

Nosso último ponto de visita foi parque Palermo, com parada na sorveteria Freddo, a meu pedido.

Por volta de 21hs nos depedimos de Juan e Cristian, muito agradecidos pela belíssima tarde que eles nos proporcionaram. Certamente nao poderíamos curtir tanto a cidade sem um nativo para nos mostrar todas as belezas e peculiaridades.

Ao chegar no Hostel fui a primeira a encarar um revigorante banho.
Estava acabada. Passei pela net, iniciei este post e ... me joguei na cama.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Pedais "Treino" sábado 14/11 e domingo 15/11

Neste fim de semana, com a vinda do amigo Alessandro, de Blumenau, a ilha meio que planejamos nos reunir, Eu, Alessandro, Pereira e Fábio para podermos decidir detalhes finais do nosso projeto GiraPorUruguai.

A príncipio o encontro seria no Ribeirão, na casa do Fábio.

Nosso amigo Pereira, foi o primeiro a abortar a missão, devido a compromissos pessoais.

Eu e o Alê estavamos animadíssimos na manhã de sábado, planejando o pedal da tarde. Tentamos ligar para o Fábio, para marcar o horário e ponto de encontro e .... nada dele atender. Paciência.

De qualquer forma, não iríamos peder a oportunidade de nos encontrarmos e de pedalar.

Chamei o Alê para minha casa.

Ele chegou por volta das 16hs.
Partimos lá de casa, fomos até a Limeira, Três Riachos, pelo asfalto, e de lá seguimos até Antônio Carlos por uma estrada de chão. Pedal muito agradável.

Paramos na pracinha de Antônio Carlos para um sorvete e seguimos para Biguaçu, com parada no caminho para um caldo de cana, nada melhor para repor as energias.

Ao todo fizemos 40km. Pedal leve.

A noite preparei uma jantinha, com muito suco de Melancia com Hortelã, que particularmente adoro, e na sequência começamos a analisar alguns detalhes do projeto. Fizemos planos, alterações, inclusões ... foi show. Quando demos conta já eram 2hs da manhã. Decidimos ir dormir pq planejávamos pedalar novamente no dia seguinte.

Acordamos as 9hs, tomamos um suco super nutritivo (abacaxi, cenoura, beterraba e hortelã), seguido de um cafezão, nos preparamos e descemos para pegar as bikes. Chegando lá uma surpresinha: o pneu do Alê estava furado. Ele rapidamente deu um jeito no problema e partimos com objetivo de chegar a praia do Antenor, em Governador Celso Ramos.

Seguimos pela BR101 até a primeira entrada de Governador Celso Ramos. Já na estrada de Gov. Celso Ramos o pneu do Alê furou novamente, dessa vez ele colocou uma câmara nova (a dele já estava com alguns remendos). Dessa estrada até a encruzinhada é tudo tranquilo, só alegria digamos, a partir daí onde pegamos a estrada da Caiera o que vimos foi apenas morros e mais morros. Os últimos mesmo eram pra acabar (aja perna) ...

Como ao chegarmos ao nosso objetivo inicial fomos recompensados por um delicioso e demorado banho de mar, numa praia super calma, com poucos frequentadores, rapidamente esquecemos toda a dificuldade das subidas (até a hora da volta, claro hihihhi).

Ficamos um tempo curtindo o local e iniciamos nossa volta já na cara dos piores morros do trecho (ai ai).

Antes de pegarmos a BR101 tomamos um caldo de cana geladinho pra animar.

A volta foi relativamente tranquila (claro que pedalar no acostamento nunca é tranquilo).

Demos uma paradinha no aqueduto de Biguaçu e na sequência no Museu Etnológico, que infelizmente estava fechado.

Chegando em Bigua o Alê só me passou as fotos do dia, tomou uma água e partiu em direção a casa de sua mamãe, que é onde está hospedado.

Fiquei muito satisfeita com os pedais do findi, muito agradeçida pela companhia do Alê e feliz por meu pé (torcido) ter resistivo firme.